um intervalo na escuridão
segunda-feira, 27 de janeiro de 2014
quarta-feira, 10 de julho de 2013
Hitler, Panicats e Obesidade Mórbida
"se seu produto fosse bom, vocês não precisariam de sexismo para vendê-los"
Estranho título não? "pô man, oque te a ver issae?". A princípio, nada, IAUSHIUASH, mas logo logo vai fazer o maior sentido. Hitler, como todo mundo sabe foi o bigodudo Führer da Alemanha Nazista, chegado numa escatofilia e numa pedofilia, além de ser o responsável por uns dos maiores etnocídios da história. Poisé, Hitler tinha um sistema político muito eficiente para manter seu poder na Alemanha, usava do Nazismo (ideologia fascista) que alienou quase 100% da população alemã a ponto de jogar milhões de jovens no campo de guerra para matar por este ideal que para eles representava o sonho de uma Alemanha forte, grande e principalmente, pura. Pois bem, e se eu disser que o fascismo não morreu? É, realmente, ele não morreu. Assistia muito ao panico na tv e via o puta valor estético que uma Panicat tinha (e tem) e fiquei analisando aquilo, Hitler passava a idéia da supremacia ariana, que eram pessoas descendentes dos arianos, povo de etnia indo-europeia que se estabeleceu no iraque um tempão antes da sgunda grande guerra, suas características físicas eram os olhos claros (verdes ou azuis), cabelos castanho-claros ou loiros e pele branca, sendo esta raça suprema e pura (para ele, claro), notam alguma semelhança? De repente quem ter peitão, bundona e corpo bombado e sarado parece ser tão importante ao ponto de quem tem se achar (e de certa forma ser tratado como) uma pessoa superior e quem não tem ficar à margem de tudo e chegar a dar a vida para ter. Hitler exterminava as chamadas "raças impuras" ou "inferiores" com métodos de extermínio em massa em seus campos de concentração (câmaras de gás e afins), e há outra coisa interessante, são espantosos os números de pessoas que morrem por anorexia (20% dos portadores de anorexia morrem prematuramente por decorrência da doença), bulimia, entre outros distúrbios, espantosos . . . e crescentes, oque começa com uma sensação de exclusão por não estar "nos padrões" da estética midiática moderna e leva muitas vezes a um caixão, simplesmente por não nascer como uma panicat ou qualquer outra "pessoa-manequim" da mídia. Aí vemos a mesma culpada pelas meninas desesperadas que vivem fazendo cirurgias e tomando remédios, hormônios e afins e pelas tantas outras que morrem pra tentar ser algo que nunca foram ou serão, criando outro problema: a obesidade. Propagandas, propagandas e propagandas nos dizendo "compre um big mac e morra comendo para ser feliz", sempre colocando enfase no consumo, quanto mais consumo, mais alegria, e o mundo seria um lugar mais feliz se todos comessem no Burger King. Mas como somos pobres mortais e não aquelas pessoas bonitas que estão sempre nos comerciais dos fast foods (que por sinal é um apelo para a beleza, pois nunca vemos obesos ou pessoas que não tenham um "rostinho bonito" em tais propagandas) e nos dão a impressão de que seremos "descolados" se comermos lá, nós engordamos, ficamos cada vez mais gordos, e sempre com aquela fantasia que os comerciais passam, e todos sabem oque acontece, um belo dia, estamos pesando 200 Kilos de puro consumismo, e novamente, seremos rejeitados por não estarmos dentro dos padrões de beleza! resumindo: a mídia cria os obesos, depois os rejeita! Para mim pelo menos não restam dúvidas, o fascismo esta ai, vivinho da silva, apenas mudou sua "plataforma", ressaltando que eu não estou julgando ninguém que possa se sentir atingido, afinal, nós todos temos escolhas, e temos a liberdade para escolher qual ilusão nos agrada mais, a consequência dessas escolhas também são exclusivamente respondidas por nós.
Cesar Augusto de Paula
quarta-feira, 26 de junho de 2013
Álbuns que marcaram
Saudações pessoas que misteriosamente visitam meu blog.
Decidi hoje fazer uma seleção dos álbuns que mais marcaram, tanto por qualidade quanto por valor. Sem mais blá blá blá, la vai . . .
1- Red Hot Chili Peppers
O ultimo álbum com o lendário John Frusciante nas guitarras, e é tão criativo que necessitou de dois discos para as músicas. Os míticos Mars e Jupiter, cada um com suas peculiaridades, tem uma atmosfera musical bem ampla e variada, músicas como Dani California (que se tornou um clássico) e Hump de Bump do Jupiter e Readymade e Storm in a Teacup do Mars mostram uma levada mais pra cima e animada, diferente de todas as músicas "animadas" dos Peppers por sua energia vertente, ao mesmo tempo que Hey e Slow Cheetah do Jupiter e If e Hard to Concentrate do Mars nos fazem viajar pela sua atmosfera calma. Acima de tudo, este álbum é um marco tanto na história do Peppers quanto na qualidade sonora deles, cada música tem uma história e uma singularidade que você apenas encontra no Red Hot Chili Peppers
2- Smile Empty Soul - Consciousness
Uma obra prima da banda pouca conhecida da banda californiana de Post-GrungeSmile Empty Soul, um álbum maciço e carregado de sentimento, como todas as obras do SES. O compositor, vocalista e guitarrista Sean Danielsen utiliza de uma energia crua em suas criações, energia que é sentida ao ouvir músicas como We're Through, Stay Alive ou Faker, com vocais marcantes e fortes, linhas de guitarra simples mas criativas, ritmo marcado com uma bateria enérgica e um contrabaixo imponente a banda mantém uma sonoridade bem próxima do som Grunge em essência, variando de músicas com uma atmosfera melancólica a músicas carregadas de fúria e ressentimento, de onde o vocalista arranca palavras que para muitos, parecem cair como uma luva.
3- Sepultura - Roots
Para admiradores do grandioso cenário nacional e internacional do Metal, o Roots representou uma mudança radical na sonoridade do Sepultura, deixando um pouco de lado suas raízes Thrash e mostrando um som forte e com pegada, com ritmos que saem do convencional Thrash/Death que a banda emplacou no Brasil e utilizando uma bateria mais elaborada e compassada, assim como berimbau, percussão e outros elementos musicais marcantes da cultura brasileira, uma guitarra mais "aberta" e consistente e uma atuação única de Max Cavalera nos vocais,que encerrou com chave de ouro sua carreira na banda. Notoriedades às músicas Ratamahatta (com participação de Carlinhos Brown), Attitude e o clássico Roots Bloody Roots,que apresentam a face mais brasileira que ja se viu no metal
4- Ryan Adams - Love is Hell (pt1. & pt.)2
Melancolia e serenidade são palavras que se encaixam perfeitamente para descrever este álbum, o Love is Hell se diferencia dos demais álbuns do Ryan pelo seu enfoque em músicas mais serenas, muitas delas sem o uso de instrumentos elétricos e focando apenas numa densa atmosfera fria e nebulosa que transporta o ouvinte para a vida solitária das grandes cidades. Musicas como Thank you Louise, My Blue Manhattan, Political Scientists, Shadowlands e Hotel Chelsea Nights são ideais para madrugadas em claro regadas à café e leitura.Vale uma ressalva para a versão do clássico do Oasis Wonderwall, uma obra prima que, como em todos os cover que o Ryan faz, ganha uma atmosfera nova e atraente, sem as guitarras, a bateria e o baixo, uma versão voz/violão que na sua simplicidade se torna inigualável
5 - John Frusciante - Inside Of Emptiness
O clássico álbum solo "elétrico" do ex guitarrista do Red Hot Chili Peppers foge um pouco da características de seus precursores, embora John utilize instrumentos comuns aos seus trabalhos como o sintetizador, o diferencial esta na atmosfera mais crua e de certa forma "abrasiva" das músicas, oque pode se ver em músicas como What I Saw e 666, riffs de guitarra com efeitos de distorção em quase todas as músicas e uma bateria bem elaborada e "suja" feita por Josh Klinghoffer (o atual guitarrista do Red Hot, vejam só!) . Quando este álbum estava em processo de criação, John lia a biografia de Aleister Crowley oque o influenciou diretamente e resultou em três músicas inspiradas na vida de Crowley, sendo elas 666, I'm Around e Emptiness. Minhas recomendações são Scratches, com sua melodia triste e agradável e que por sinal é uma das preferidas do próprio John; I'm Around, com o seu refrão que gruda na cabeça; What I Saw, a abertura do disco que ja chega mostrando a cara mais "crua" do álbum e a inesquecível Look On (na minha opinião a melhor música do álbum), um riff simplista e brilhante, um solo longo, criativo e orgásmico (bem, qual solo do John não é orgásmico?), e um vocal muito bem elaborado.
6 - With Teeth - Nine Inch Nails
Nine Inch Nails tem ótimos álbuns, poderia destacar o Broken ou o Pretty Hate Machine, mas este é especial.O With Teeth foi o primeiro álbum com o fodástico Trent Reznor sóbrio, apresenta um som mais limpo que os álbuns anteriores, sem que assim perca a agressividade característica do NIN, é aquele tipo de álbum que você tem que "aprender a gostar" (assim como todos os outros do Nine Inch Nails), não é aquele tipo de música que você "se apaixona à primeira vista", oque não quer dizer que não seja viciante, oque de fato é. A sonoridade obscura característica do Nine Inch Nails é explorada de um modo mais maduro neste álbum, que exprime a luta de Trent Reznor contra o álcool e as drogas vencida antes da criação do mesmo. Algumas das músicas mais peculiares são Everyday Is Exactly The Same , Only, The Hand That Feeds (as três renderam Singles), With Teeth e You Know What You Are, destas, Everyday Is Exactly The Same foi gravada com Dave Grohl (Nirvana/Foo Fighters) na bateria, esta música exprime a vida de Reznor quando lutando contra a dependência química e é uma das músicas que tem a capacidade de cativar rapidamente, uma exceção às outras; ja You Know What You Are e With Teeth mostram um lado mais agressivo, enquanto a You Know What You Are é mais enérgica, a With Teeth é mais"raivosa" e sombria
Decidi hoje fazer uma seleção dos álbuns que mais marcaram, tanto por qualidade quanto por valor. Sem mais blá blá blá, la vai . . .
1- Red Hot Chili Peppers
O ultimo álbum com o lendário John Frusciante nas guitarras, e é tão criativo que necessitou de dois discos para as músicas. Os míticos Mars e Jupiter, cada um com suas peculiaridades, tem uma atmosfera musical bem ampla e variada, músicas como Dani California (que se tornou um clássico) e Hump de Bump do Jupiter e Readymade e Storm in a Teacup do Mars mostram uma levada mais pra cima e animada, diferente de todas as músicas "animadas" dos Peppers por sua energia vertente, ao mesmo tempo que Hey e Slow Cheetah do Jupiter e If e Hard to Concentrate do Mars nos fazem viajar pela sua atmosfera calma. Acima de tudo, este álbum é um marco tanto na história do Peppers quanto na qualidade sonora deles, cada música tem uma história e uma singularidade que você apenas encontra no Red Hot Chili Peppers
2- Smile Empty Soul - Consciousness
Uma obra prima da banda pouca conhecida da banda californiana de Post-GrungeSmile Empty Soul, um álbum maciço e carregado de sentimento, como todas as obras do SES. O compositor, vocalista e guitarrista Sean Danielsen utiliza de uma energia crua em suas criações, energia que é sentida ao ouvir músicas como We're Through, Stay Alive ou Faker, com vocais marcantes e fortes, linhas de guitarra simples mas criativas, ritmo marcado com uma bateria enérgica e um contrabaixo imponente a banda mantém uma sonoridade bem próxima do som Grunge em essência, variando de músicas com uma atmosfera melancólica a músicas carregadas de fúria e ressentimento, de onde o vocalista arranca palavras que para muitos, parecem cair como uma luva.
3- Sepultura - Roots
Para admiradores do grandioso cenário nacional e internacional do Metal, o Roots representou uma mudança radical na sonoridade do Sepultura, deixando um pouco de lado suas raízes Thrash e mostrando um som forte e com pegada, com ritmos que saem do convencional Thrash/Death que a banda emplacou no Brasil e utilizando uma bateria mais elaborada e compassada, assim como berimbau, percussão e outros elementos musicais marcantes da cultura brasileira, uma guitarra mais "aberta" e consistente e uma atuação única de Max Cavalera nos vocais,que encerrou com chave de ouro sua carreira na banda. Notoriedades às músicas Ratamahatta (com participação de Carlinhos Brown), Attitude e o clássico Roots Bloody Roots,que apresentam a face mais brasileira que ja se viu no metal
4- Ryan Adams - Love is Hell (pt1. & pt.)2
Melancolia e serenidade são palavras que se encaixam perfeitamente para descrever este álbum, o Love is Hell se diferencia dos demais álbuns do Ryan pelo seu enfoque em músicas mais serenas, muitas delas sem o uso de instrumentos elétricos e focando apenas numa densa atmosfera fria e nebulosa que transporta o ouvinte para a vida solitária das grandes cidades. Musicas como Thank you Louise, My Blue Manhattan, Political Scientists, Shadowlands e Hotel Chelsea Nights são ideais para madrugadas em claro regadas à café e leitura.Vale uma ressalva para a versão do clássico do Oasis Wonderwall, uma obra prima que, como em todos os cover que o Ryan faz, ganha uma atmosfera nova e atraente, sem as guitarras, a bateria e o baixo, uma versão voz/violão que na sua simplicidade se torna inigualável
5 - John Frusciante - Inside Of Emptiness
O clássico álbum solo "elétrico" do ex guitarrista do Red Hot Chili Peppers foge um pouco da características de seus precursores, embora John utilize instrumentos comuns aos seus trabalhos como o sintetizador, o diferencial esta na atmosfera mais crua e de certa forma "abrasiva" das músicas, oque pode se ver em músicas como What I Saw e 666, riffs de guitarra com efeitos de distorção em quase todas as músicas e uma bateria bem elaborada e "suja" feita por Josh Klinghoffer (o atual guitarrista do Red Hot, vejam só!) . Quando este álbum estava em processo de criação, John lia a biografia de Aleister Crowley oque o influenciou diretamente e resultou em três músicas inspiradas na vida de Crowley, sendo elas 666, I'm Around e Emptiness. Minhas recomendações são Scratches, com sua melodia triste e agradável e que por sinal é uma das preferidas do próprio John; I'm Around, com o seu refrão que gruda na cabeça; What I Saw, a abertura do disco que ja chega mostrando a cara mais "crua" do álbum e a inesquecível Look On (na minha opinião a melhor música do álbum), um riff simplista e brilhante, um solo longo, criativo e orgásmico (bem, qual solo do John não é orgásmico?), e um vocal muito bem elaborado.
6 - With Teeth - Nine Inch Nails
Nine Inch Nails tem ótimos álbuns, poderia destacar o Broken ou o Pretty Hate Machine, mas este é especial.O With Teeth foi o primeiro álbum com o fodástico Trent Reznor sóbrio, apresenta um som mais limpo que os álbuns anteriores, sem que assim perca a agressividade característica do NIN, é aquele tipo de álbum que você tem que "aprender a gostar" (assim como todos os outros do Nine Inch Nails), não é aquele tipo de música que você "se apaixona à primeira vista", oque não quer dizer que não seja viciante, oque de fato é. A sonoridade obscura característica do Nine Inch Nails é explorada de um modo mais maduro neste álbum, que exprime a luta de Trent Reznor contra o álcool e as drogas vencida antes da criação do mesmo. Algumas das músicas mais peculiares são Everyday Is Exactly The Same , Only, The Hand That Feeds (as três renderam Singles), With Teeth e You Know What You Are, destas, Everyday Is Exactly The Same foi gravada com Dave Grohl (Nirvana/Foo Fighters) na bateria, esta música exprime a vida de Reznor quando lutando contra a dependência química e é uma das músicas que tem a capacidade de cativar rapidamente, uma exceção às outras; ja You Know What You Are e With Teeth mostram um lado mais agressivo, enquanto a You Know What You Are é mais enérgica, a With Teeth é mais"raivosa" e sombria
segunda-feira, 27 de maio de 2013
Vida de músico: Pros e contras de uma banda em cidade pequena
olá novamente tímidos leitores
Hoje eu estava refletindo na vida e resolvi escrever os pros e contras de uma banda de rock em uma cidade como Rio branco do Sul, pra ajudar a galerinha que as vezes ta ae, atoa, querendo fazer sua primeira banda de rock, ou pra quem quer mesmo saber como funciona essa coisa de ser músico em pequenos municípios.
Bem, pra começar vamos ver oque temos de bom, vou elencar umas coisas que eu acho bem bacana e também oque deu certo pra mim quanto a divulgação e outras cositas más
Uma coisa bacana é que você tem um publico fiel, não importa onde esteja, sempre haverão aqueles seus amigos beberrões e bagunceiros tocando o furdúncio da forma mais insana o possível, ter boas relações de amizade pela cidade e conhecer a galera do cenário musical (principalmente os que ouvem rock) garante sempre uma base de público, que convenhamos, é aquela que mais pira a cabeça e agita, não importa se você esta tocando Thrash Death Progressive Technical Gore Vomiting Metal um cover de Red Hot Chili Peppers, ou musica brega.
Infelizmente para uns e felizmente para outros, a maioria das cidades pequenas possuem um cenário musical nem sempre diverso e muito carente de músicos, então se sua banda é diferente, toca um som que chame a atenção por ser algo novo, logo você consegue uma certa atenção, então, uma oportunidade que cidades pequenas oferecem é esta de inovar e fazer musica do seu jeito, oque ganha uma notoriedade maior que em cidades grandes onde tem bandas de todos os estilos e segmentos possíveis
Em cidades pequenas sempre, SEMPRE tem oportunidades para tocar. Eventos públicos, festas de parentes, aniversários de amigos, festinhas de garagem, coisas do gênero, algo que se o músico souber administrar, se torna uma baita mão na roda
Ser músico, principalmente em cidade pequena da grandes oportunidades de fazer amizades, bons momentos e afins, então, se você procura fazer música e de quebra garantir diversão e bons amigos, nada melhor que uma banda!
Mas, como nem tudo são rosas, sempre tem aqueles problemas que rolam pra qualquer músico, principalmente aqueles que não tem estrada, como o desdém que alguns promotores de eventos dão pra sua banda. Você vai tocar, tem que correr atrás de tudo, dar o coro trabalhando pra trazer a galera, ensaiar pra cara*$#@! e as vezes os organizadores fazem pouco de você, te jogam pra escanteio, fazem você de "aperitivo" para as bandas com mais estrada e usam sua apresentação pra "regular o som" pros veteranos ou músicos de fora, isso é o inferno!
Como eu disse, sempre estará presente em seus shows o seu público de amigos fieis, mas não se pode sempre contar com um numero grande de pessoas em shows de rock (não apenas o rock em específico), e mesmo quando tem, nem sempre este publico vai reagir ao seu show, muitos olharão, cruzarão os braços e continuarão conversando como se nada estivesse acontecendo, oque não significa que sua banda é ruim, como diz minha mãe: "oque é de gosto, é regalo da vida", nada se pode fazer quando o gosto geral vai contra oque você toca, oque não é motivo pra desanimar e sim pra manter a cabeça erguida e fazer o seu melhor, pois mesmo que não pareça, alguém sempre vai estar atento à sua apresentação, e é pra essas pessoas que você tem que fazer o seu melhor, tanto musicalmente como em presença de palco
bem, de primeira é isso ai que eu queria elencar, não são as únicas vantagens e desvantagens, mas espero que ajudem a esclarecer sobre a caminhada dos bravos músicos de cidade pequena.
quinta-feira, 23 de maio de 2013
Ryan Adams, café e madrugada
bem, agora são exatamente 03:19 da madrugada e hoje (daqui a pouco) é meu primeiro dia de trabalho, oque é uma coisa meio complicada pra quem tem o nobre hábito de dormir tarde, mas vamos ao que interessa.
Ryan Adams é um dos meus músicos preferidos, não tem nada melhor pra madrugada (principalmente chuvosa) como o bom e velho Ryan Adams. Ryan tem um som bem alternativo, as vezes bem maciço e barulhento mas na maioria das vezes tem uma atmosfera calma e um pouco sombria, álbuns como o Love Is Hell (tanto a pt. 1 como a 2) e Easy Tiger são ótimos para meditar a vida com uma caneca de café quente, hoje eu estou no embalo da "Let it Ride", uma música bem peculiar que mostra a veia country aberta no som dele. Uma dica pra quem quer experimentar o som do cara é ver a história do próprio Adam, ela dará uma dimensão de suas inspirações e o porque da sua sonoridade hora melancólica, hora alegre que faz dele um músico único e incomparável.
Segue um vídeo do próprio fazendo uma versão própria da música Wasted Years do Iron Maiden, enjoy!
Ryan Adams é um dos meus músicos preferidos, não tem nada melhor pra madrugada (principalmente chuvosa) como o bom e velho Ryan Adams. Ryan tem um som bem alternativo, as vezes bem maciço e barulhento mas na maioria das vezes tem uma atmosfera calma e um pouco sombria, álbuns como o Love Is Hell (tanto a pt. 1 como a 2) e Easy Tiger são ótimos para meditar a vida com uma caneca de café quente, hoje eu estou no embalo da "Let it Ride", uma música bem peculiar que mostra a veia country aberta no som dele. Uma dica pra quem quer experimentar o som do cara é ver a história do próprio Adam, ela dará uma dimensão de suas inspirações e o porque da sua sonoridade hora melancólica, hora alegre que faz dele um músico único e incomparável.
Segue um vídeo do próprio fazendo uma versão própria da música Wasted Years do Iron Maiden, enjoy!
um intervalo na escuridão foi criado com êxito
hey ya!
bem vindos a minha nova tentativa de inserção em redes sociais. Sempre vi blogs como um espaço muito denso, principalmente quando eles se relacionam com pensamentos, ja vi muitas abstrações vagando pelos infinitos km's do blogger e afins, tanto positivas como imensamente negativas, mas este blog é diferente, afinal, cada pessoa é um espaço nesse mundo, e esse espaço é meu.
Porque um intervalo na escuridão? Acho que manjadores já manjaram que é um trecho da música "Somos Quem Podemos Ser" do Engenheiros do Hawaii, mas porque justamente este trecho? Eu tenho uma interpretação pra essa música (que por sinal me lembra do meu pai) que tem um significado enorme pra mim, um intervalo na escuridão, no caso, é aquele raio da razão no vazio da dúvida, um raio que torna um novo mundo visível na medida que apaga aquele espaço que antes era vazio e escuro,logo temos um mundo que precisa ser descoberto, um mundo que expande em torno de si mesmo, um universo de possibilidades! Todos nós somos um intervalo na escuridão a partir do momento que queremos nos conhecer mais, nos aventurar mais, aprender mais e nos machucar mais, e tem algo melhor? Bem, se machucar faz parte, mas que graça teria essa porra louca chamada de vida se ninguém se machucasse? Quem nunca pôs o dedo na ferida só pra ela doer mais uma vez? Dor faz parte do conhecimento e é tão natural como andar, a dor nos faz sentir vivos e atire a primeira pedra quem não gosta, nem que seja um pouco da dor, a dor nos mostra que estamos mudando, que temos que viver sem aquele espaço seguro onde costumávamos ficar, e agora temos que construir outro e assim vamos indo, de dor em dor, vamos criando nosso intervalo na escuridão!
bem vindos a minha nova tentativa de inserção em redes sociais. Sempre vi blogs como um espaço muito denso, principalmente quando eles se relacionam com pensamentos, ja vi muitas abstrações vagando pelos infinitos km's do blogger e afins, tanto positivas como imensamente negativas, mas este blog é diferente, afinal, cada pessoa é um espaço nesse mundo, e esse espaço é meu.
Porque um intervalo na escuridão? Acho que manjadores já manjaram que é um trecho da música "Somos Quem Podemos Ser" do Engenheiros do Hawaii, mas porque justamente este trecho? Eu tenho uma interpretação pra essa música (que por sinal me lembra do meu pai) que tem um significado enorme pra mim, um intervalo na escuridão, no caso, é aquele raio da razão no vazio da dúvida, um raio que torna um novo mundo visível na medida que apaga aquele espaço que antes era vazio e escuro,logo temos um mundo que precisa ser descoberto, um mundo que expande em torno de si mesmo, um universo de possibilidades! Todos nós somos um intervalo na escuridão a partir do momento que queremos nos conhecer mais, nos aventurar mais, aprender mais e nos machucar mais, e tem algo melhor? Bem, se machucar faz parte, mas que graça teria essa porra louca chamada de vida se ninguém se machucasse? Quem nunca pôs o dedo na ferida só pra ela doer mais uma vez? Dor faz parte do conhecimento e é tão natural como andar, a dor nos faz sentir vivos e atire a primeira pedra quem não gosta, nem que seja um pouco da dor, a dor nos mostra que estamos mudando, que temos que viver sem aquele espaço seguro onde costumávamos ficar, e agora temos que construir outro e assim vamos indo, de dor em dor, vamos criando nosso intervalo na escuridão!
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